Florianópolis sedia, esta semana, uma “prova piloto” do primeiro Censo Nacional da População de Rua, que será realizado em todo o país em 2028 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa pretende verificar a eficiência da metodologia proposta para retratar essa população.
O futuro censo irá subsidiar ações públicas de médio e longo prazo, para enfrentar este que é um problema cada vez mais complexo, especialmente nas grandes cidades.
Os pesquisadores do Instituto qualificam a amostragem preliminar como teste de eficiência do formulário aplicado e das dificuldades encontradas pela equipe de recenseadores que está em campo.
O trabalho conta com o apoio de equipes da prefeitura da Capital e de instituições que atuam em suporte à população de rua, e se desenvolve principalmente no período noturno, quando a população de rua tem maior “visibilidade”.
A prova do censo da População em Situação de Rua (PSR) também está sendo aplicada em outras quatro capitais de diferentes regiões.
Florianópolis é a cidade escolhida na região Sul. As demais são Manaus, na região Norte, Salvador, no Nordeste, Belo Horizonte, na região Sudeste, e Goiânia, no Centro-Oeste.
A escolha dessas cidades atende critérios de seleção técnica, por recepcionar moradores de rua vindos de origens diversas.
Santa Catarina é o estado que registrou maior migração populacional, segundo o último censo da população brasileira, realizado entre 2022 e 2023.
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