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‘Tiro, porrada e bomba’: ex-apoiadora do PT, Roberta Luchsinger vota em Flávio Bolsonaro no 2º turno e prevê ataques Eleições

‘Tiro, porrada e bomba’: ex-apoiadora do PT, Roberta Luchsinger vota em Flávio Bolsonaro no 2º turno e prevê ataques

25-10-2026 • há 1 dia

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A empresária e lobista Roberta Luchsinger declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) neste segundo turno das Eleições 2026 e afirmou estar preparada para eventuais retaliações de seus antigos aliados. Em vídeo publicado nas redes sociais logo após deixar a urna neste domingo (25), ela disse ter escolhido o número 22 com “muita consciência” e foco no futuro.“Já espero que nos próximos dias vai vir tiro, porrada e bomba pra cima de mim”, declarou a empresária ao antecipar as repercussões de sua mudança de lado político.

Mudança de voto do 1º para o 2º turno

Após anular a escolha na primeira etapa da eleição, Roberta declarou que decidiu apoiar formalmente o candidato do PL por defender a alternância no comando do Poder Executivo.A empresária afirmou publicamente acreditar que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem mais condições de governar o país. Defendeu a renovação no poder como um pilar saudável para a democracia e o desenvolvimento econômico e argumentou que a escolha busca atrair mais segurança, modernização e investimentos ao Brasil.

Ponto central no embate entre Lula e Flávio sobre sigilos

O nome de Roberta Luchsinger figurou no topo da pauta política nas últimas semanas do pleito após ser citado na disputa sobre a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos entre os dois candidatos à Presidência.

A controvérsia ganhou tração quando Flávio Bolsonaro cobrou em debates a abertura de informações relativas a investigações que envolvem a empresária e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A empresária contestou a divulgação de dados cadastrais e financeiros enviada pela campanha petista ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e sustentou que não autorizou a cessão de suas informações e que vai recorrer à Justiça.

Roberta afirmou que os dados estão resguardados por segredo de Justiça em inquérito em andamento e argumentou que as informações apresentadas seriam parciais ou descontextualizadas.

“O possível acesso e compartilhamento indevido de informações protegidas por sigilo são fatos graves que exigem apuração rigorosa”, reforçou em posicionamento público.

Palavras-chave
em posicionamento público.



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