MENU



Esquema de fraude em licitações e lavagem de dinheiro na gestão pública é alvo de 51 mandados e bloqueio de R$ 2,7 milhões em SC Justiça

Esquema de fraude em licitações e lavagem de dinheiro na gestão pública é alvo de 51 mandados e bloqueio de R$ 2,7 milhões em SC

27-10-2026 • há 19 horas

Publicidade

Uma investigação do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) e do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) mira uma suposta organização criminosa altamente estruturada e infiltrada na administração pública catarinense. O grupo é investigado por operar um esquema sistemático de fraude e direcionamento de licitações, favorecimento indevido de empresas, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro com ocultação de bens. O grupo é investigado por operar um esquema sistemático de fraude e direcionamento de licitações, favorecimento indevido de empresas, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro com ocultação de bens.

Fraude em licitações e 51 mandados cumpridos em SC

As ordens judiciais são executadas em residências,empresas e órgãos públicos de seis municípios: Alfredo Wagner, Bocaina do Sul, Palhoça, Blumenau, Xaxim e Ilhota. 

As prefeituras de Alfredo Wagner e Bocaina do Sul foram alvos diretos das buscas realizadas pelas equipes policiais e promotores de Justiça.

A reportagem está em contato com as administrações municipais e com as defesas dos citados para obter o posicionamento oficial e atualizar este espaço.

Bloqueio de R$ 2,7 milhões, armas e prisões em flagrante

Para garantir o futuro ressarcimento aos cofres públicos e estancar a sangria de recursos, a Justiça decretou a indisponibilidade de bens e valores no montante exato de R$ 2.700.000,00 pertencentes aos integrantes do grupo e a empresas vinculadas ao esquema. 

Durante o cumprimento dos 51 mandados, os agentes apreenderam uma expressiva quantia em dinheiro em espécie e efetuaram prisões em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e restrito.

Além disso, um dos investigados foi autuado em flagrante pelo crime de lavagem de capitais no momento da abordagem.

Conforme o MPSC, a organização criminosa contava com a participação direta de agentes públicos, empresários, familiares e “laranjas” (pessoas interpostas) operando em rede para fraudar contratos oficiais e camuflar o patrimônio obtido de forma ilícita.

Entenda a “Operação Dominus Urbis”:

A expressão em latim traduz-se como “Senhor da Cidade”.

Segundo os investigadores, o nome batiza a ação porque o principal alvo do processo demonstrava absoluto controle e forte ingerência sobre setores estratégicos da administração pública e das atividades econômicas locais, utilizando a estrutura municipal para satisfazer interesses privados do grupo. 

A megaoperação é realizada em apoio ao GEAC (Grupo Especial Anticorrupção) e à SUBJUR (Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos), com o suporte operacional do Batalhão de Aviação da PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina).

Todo o material recolhido será periciado pela Polícia Científica. O processo tramita em segredo de justiça.

Palavras-chave
O processo tramita em segredo de justiça. ​



logo

Siga no
Instagram


@Imbituba News Oficial

Seguir

Inscreva-se
no Grupo de
WhatsApp

ENTRAR NO GRUPO