O marido da vendedora desaparecida, Lusiane Ribeiro Borges de 27 anos, em Santa Cecília, Meio-Oeste de Santa Catarina, foi preso preventivamente na manhã desta segunda-feira (5).A prisão ocorreu após a Polícia Civil encontrar vestígios de sangue na casa do casal, no carro do suspeito e também em roupas pessoais.
Marido de vendedora desaparecida em SC é preso
Lusiane foi vista pela última vez no fim da tarde de quinta-feira (31), por volta das 18h30, quando câmeras de segurança registraram a jovem caminhando sozinha por uma rua próxima de sua casa, supostamente voltando do trabalho.
Desde então, não houve mais contato ou qualquer sinal da jovem. Equipes da Delegacia de Polícia de Santa Cecília, da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Curitibanos e da PM (Polícia Militar) atuam na busca.
O Corpo de Bombeiros também participa das buscas em áreas próximas ao município.
Marido de vendedora desaparecida em SC é preso após polícia achar sangue na roupa – Foto: Divulgação
Roupas com sangue e outras evidências
Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, a prisão do companheiro de Lusiane ocorreu após o avanço das investigações. Vestígios de sangue foram localizados na casa onde o casal morava, no carro do suspeito e em peças de roupa de uso pessoal.
A delegada Roxane Venturi, responsável pelo caso, afirmou que novas informações não serão divulgadas neste momento, para não prejudicar as investigações:
“Temos convicção de que em breve todo o fato e a dinâmica do desaparecimento de Lusiane será devidamente esclarecido”, disse.
Irmã da vendedora desaparecida
A irmã da jovem, Juraci Borges, relatou que Lusiane era casada e trabalhava como vendedora em uma loja de roupas na cidade.
Segundo ela, o companheiro afirmou que dormiu na sala naquela noite e, no dia seguinte, saiu cedo para o trabalho sem saber se a esposa ainda estava em casa. Segundo a família, Lusiane não tinha histórico de depressão, não bebia nem fumava.
“No outro dia, quando ela não apareceu, a primeira coisa que fizemos foi vasculhar a casa. A polícia também foi, olharam tudo, até o forro. As jaquetas dela, a bolsa com carregador, o tênis, tudo estava lá, menos o celular e ela”, contou Juraci.
Investigação
O delegado regional Ulisses Gabriel confirmou que equipes das delegacias de Santa Cecília, Curitibanos e da unidade de crimes cibernéticos atuam em conjunto na análise de imagens, deslocamentos e rastreamento do celular da jovem.
Palavras-chaveIrmã da vendedora desaparecida





