A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (21), a urgência para a proposta de isenção do IR (Imposto de Renda) para pessoas que ganham um salário de até R$ 5 mil por mês. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que ainda será definida a data para a análise da versão elaborada do projeto.Atualmente, quem ganha até dois salários mínimos, que corresponde a R$ 3.036, já está isento do pagamento do IR. O relator do projeto que amplia a isenção do imposto, o deputado Arthur Lira (PP-AL), também propõe elevar de R$ 7 mil para R$ 7.350 a renda máxima que terá redução parcial de imposto.
Mudanças sobre a isenção do IR devem entrar em vigor em 2026. – Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A isenção de quase R$ 26 bilhões será compensada pela taxação de contribuintes de alta renda, com um mínimo de 10% de alíquota, e deve incluir os seus ganhos com lucros e dividendos de empresas.
O objetivo é que as mudanças entrem em vigor em 2026.
PL 7323/14, que torna crime o exercício ilegal da profissão de médico veterinário; PL 4733/20, que prevê o uso de fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste em economia criativa; PL 5873/23, que prevê validade indeterminada para laudo médico que ateste diabetes mellitus tipo 1; PL 2610/25, que tipifica como crime a conduta de induzir, instigar ou auxiliar a prática de atos que coloquem em risco a integridade física, saúde ou vida da pessoa ou de terceiros., outras propostas com urgência
A Câmara aprovou a urgência de outras quatro propostas, além do PL 1087/25, durante a sessão desta quinta-feira. Veja quais são:
- PL 7323/14, que torna crime o exercício ilegal da profissão de médico veterinário;
- PL 4733/20, que prevê o uso de fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste em economia criativa;
- PL 5873/23, que prevê validade indeterminada para laudo médico que ateste diabetes mellitus tipo 1;
- PL 2610/25, que tipifica como crime a conduta de induzir, instigar ou auxiliar a prática de atos que coloquem em risco a integridade física, saúde ou vida da pessoa ou de terceiros.
A Câmara aprovou a urgência





