MENU



Segurança

"Loira e perigosa’: Porcelana lamenta morte de chefe do CV e é investigada por fuga de detentos

02-11-2025 há 9 mêses

Publicidade

Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, de 23 anos, apelidada de Porcelana, lamentou nas redes sociais a morte de Francisco Myller Moreira da Cunha, o “Gringo” (também chamado de “Suíça”), apontado como um dos chefes do Comando Vermelho e morto na megaoperação no Rio. A ovem, apontada como integrante da facção, é investigada por ajudar quatro detentos a fugir da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima. Uma operação da Polícia Civil de Roraima na quarta-feira (29) mirou os envolvidos; Porcelana era um dos alvos e não foi localizada.

Quem é Porcelana e o que ela escreveu

Segundo o R7, Porcelana publicou mensagem de despedida ao amigo: “Descansa em paz, meu amigo. Você vai nos fazer muita falta”, em referência a Gringo, de 32 anos.

O nome dele está entre os 109 identificados após a ação policial no Complexo da Penha, na terça-feira (28).

A investigação contra Evelyn Lorrany, a Porcelana

Evelyn é suspeita de ter dado apoio logístico e financeiro à fuga de quatro presos: Natanael Araújo de Mesquita, Moisés Faria Pinho, Kaique Almeida Vieira e Thiago Edward Candida Dias.

Os detentos fugiram em setembro de 2024. Todos foram recapturados.

Porcelana é suspeita de ajudar na fuga de detendos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em RoraimaPorcelana é suspeita de ajudar na fuga de detendos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima

Na ação que matou suspeitos ligados ao CV, 117 pessoas morreram e 109 já foram identificadas; 43 tinham mandados de prisão em aberto e 78 possuíam antecedentes, informou o R7.

O que é a Operação Contenção

megaoperação das polícias Civil e Militar do Rio foi deflagrada na terça-feira (28), nos complexos do Alemão e da Penha, para cumprir 180 mandados de busca e 100 de prisão, parte deles expedidos a alvos de outros estados, e conter a expansão do Comando Vermelho.

No primeiro dia, o balanço apontou ao menos 64 mortos, entre eles quatro policiais, dezenas de presos e apreensão de armamento pesado; criminosos incendiaram e usaram mais de 50 ônibus como barricadas, afetando BRT e mais de 120 linhas na cidade.

Cúpula do Comando Vermelho foi transferida para unidade de segurança máxima após megaoperação no Rio de JaneiroFoto: Divulgação/NDCúpula do Comando Vermelho foi transferida para unidade de segurança máxima após megaoperação no Rio de Janeiro

A Polícia Civil explicou por que corpos foram deixados em área de mata no primeiro momento, procedimento ligado ao protocolo de investigação.

Paralelamente, o ministro Alexandre de Moraes (STF) exigiu 18 esclarecimentos do governador Cláudio Castro no âmbito da ADPF das Favelas, pedindo, entre outros pontos, o número oficial de mortos e medidas para prevenir abusos; análises também lembraram a trajetória “linha-dura” de Moraes na segurança pública para contextualizar o pedido.

Alexandre de Moraes e Cláudio CastroFoto: STF/Agência Brasil/Reprodução/ND MaisAlexandre de Moraes e Cláudio CastroFoto: STF/Agência Brasil/Reprodução

A Operação Contenção contou com 2,5 mil agentes, impacto no transporte e serviços.

A ação tinha foco em lideranças do CV e desdobramentos jurídicos e políticos, com pedidos formais de explicações ao governo fluminense e avanço na identificação dos mortos enquanto seguem apurações sobre procedimentos em área de mata e responsabilizações

Com informações do R7

Palavras-chave
Com informações do R7



logo

Siga no
Instagram


@Imbituba News Oficial

Seguir

Inscreva-se
no Grupo de
WhatsApp

ENTRAR NO GRUPO