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Lula critica Trump e afirma que carta da ONU está sendo ‘rasgada’ Política

Lula critica Trump e afirma que carta da ONU está sendo ‘rasgada’

24-01-2026 há 6 mêses

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Em um evento nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), em Salvador, nesta sexta-feira (23), o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) direcionou críticas ao chefe de Estado norte-americano Donald Trump e disse que o Brasil não irá abaixar a cabeça para outros países. ara o brasileiro, as nações vivem um momento muito crítico em relação à política internacional. Ele ainda afirmou que a carta da ONU (Organização das Nações Unidas), elaborada pelos representantes de 50 países em junho de 1945, estaria sendo “rasgada”. As informações são do R7. Conforme consta no site da ONU Brasil, o artigo artigo 103 diz que, “no caso de conflito entre as obrigações dos membros das Nações Unidas, em virtude da presente Carta e as obrigações resultantes de qualquer outro acordo internacional, prevalecerão as obrigações assumidas em virtude da presente Carta”.

Diante do cenário, Lula diz que Trump estaria fazendo “uma proposta de criar uma nova ONU”. Nela, “ele sozinho é o dono”, disse o presidente do Brasil.

Segundo o R7, ele estaria se referindo ao Conselho da Paz, assinado pelo norte-americano nesta quinta-feira (22) em Davos, na Suíça. O documento, de acordo com a cópia de uma minuta obtida pela agência Reuters, teria como missão promover a paz global e atuar na resolução de conflitos internacionais. Para Lula, o multilateralismo poderia dar lugar ao unilateralismo, concentrando o poder e decisões importantes em poucas mãos.

“Eu estou há uma semana telefonando para todos os países do mundo. Já falei com muitos […], tentando ver se é possível a gente encontrar uma forma de se reunir e não permitir que o multilateralismo seja jogado no chão para que predomine a força da arma, da intolerância”, afirmou o presidente.

Segundo o R7, Lula citou ligações para países como Rússia, China, Hungria, Índia e México, e ainda declarou que não tem “preferências”. Ele afirma não querer guerra e busca trabalhar com diálogo e o poder do convencimento. “A gente quer fazer política na paz, na conversa e não aceitando imposição de qualquer país”, disse.

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aceitando imposição de qualquer país” disse.



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