Os detalhes sobre o ataque a tiros em um jantar de jornalistas correspondentes da Casa Branca nos Estados Unidos, ainda estavam vindo à tona neste domingo (26), à medida em que as autoridades apuram o incidente. O evento contava com a presença do presidente Donald Trump e outras autoridades do governo norte-americano.
O que se sabe até o momento é que a segurança do jantar de gala foi fraca e que o suspeito está sendo investigado pelo FBI e será formalmente acusado pela Justiça dos EUA na segunda-feira (27). O ataque ocorreu durante o jantar de gala que ocorria em um hotel em Washington D.C., capital dos EUA, na noite de sábado. Trump e outras autoridades de alto escalão do governo dos EUA foram evacuados rapidamente pelo Serviço Secreto. O presidente norte-americano chamou o incidente de "momento traumático" e elogiou o trabalho dos agentes de segurança.
Falhas na segurança
O esquema de segurança do jantar de gala era fraco, relatou a repórter , que estava presente no evento. Segundo Raquel, não houve revista aos convidados.
"A segurança nesses jantares normalmente não é reforçada. Todo mundo que tem um convite entra facilmente, (...) não teve raio-x, não teve nada. Aqui teve vários eventos paralelos que ocorreram antes do jantar. Aí, quando vai para o salão do jantar a gente tem que passar por uma revista, (...) mas isso já é vários andares mais para cima no hotel", afirmou Raquel.
Segundo a repórter, os tiros ocorreram antes do bloqueio de segurança que dava acesso ao salão principal.
Ainda segundo Raquel, os tiros foram ouvidos quando os convidados tinham acabado de começar
a comer. Nesse momento, os convidados rapidamente começaram a se esconder debaixo das mesas e agentes do Serviço Secreto entraram no salão com armamentos pesados. No "momento surreal", alguns chegaram até a fazer barricadas com cadeiras, segundo uma correspondente da rede britânica BBC. Investigação do FBI: suspeito hospedado em hotel, armas utilizadas e motivação
Segundo a repórter, os tiros ocorreram antes do bloqueio de segurança que dava acesso ao salão principal.
Ainda segundo Raquel, os tiros foram ouvidos quando os convidados tinham acabado de começar a comer. Nesse momento, os convidados rapidamente começaram a se esconder debaixo das mesas e agentes do Serviço Secreto entraram no salão com armamentos pesados. No "momento surreal", alguns chegaram até a fazer barricadas com cadeiras, segundo uma correspondente da rede britânica BBC.
Investigação do FBI: suspeito hospedado em hotel, armas utilizadas e motivação
Atirador do atentado contra Trump é engenheiro de 31 anos e mestre em computação

segundo a polícia local.







