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Governo confirma ‘imposto do pecado’; vícios e prazeres podem ficar mais caros Economia

Governo confirma ‘imposto do pecado’; vícios e prazeres podem ficar mais caros

07-06-2026 há 2 horas

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O chamado “imposto do pecado“, criado pela reforma tributária para taxar produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, entrará em vigor a partir de 2027. De acordo com o Congresso em Foco, o Ministério da Fazenda confirmou a cobrança, mesmo com o adiamento do envio ao Congresso da proposta que definirá as alíquotas aplicadas a cada produto ou setor.

Governo confirma imposto do pecado para inicio de 2027<br /><span class="post-img-credit">Foto: Imagem gerada por IA/ND Mais</span>                                   Governo confirma imposto do pecado para início de 2027

O chamado “imposto do pecado“, criado pela reforma tributária para taxar produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, entrará em vigor a partir de 2027.

De acordo com o Congresso em Foco, o Ministério da Fazenda confirmou a cobrança, mesmo com o adiamento do envio ao Congresso da proposta que definirá as alíquotas aplicadas a cada produto ou seto

O governo pretende aprovar a regulamentação ainda neste ano para garantir a implementação do tributo dentro do prazo previsto.

O Ministério da Fazenda garante que o imposto do pecado entrará em vigor em janeiro de 2027, mesmo com as alíquotas ainda indefinidasFoto: Divulgação/Ministério da Fazenda/ND Mais

O Ministério da Fazenda garante que o imposto do pecado entrará em vigor em janeiro de 2027, mesmo com as alíquotas ainda indefinidas

A definição dos percentuais de cobrança foi adiada em meio a divergências internas no governo, pressão de setores econômicos e preocupações com o impacto político da medida em ano eleitoral. Apesar disso, a equipe econômica afirma que adotará as medidas necessárias para cumprir o cronograma. 

O que é o imposto do pecado?

Oficialmente chamado de Imposto Seletivo, o tributo foi criado pela reforma tributária com uma função diferente dos demais impostos sobre consumo. O objetivo é encarecer produtos e atividades considerados nocivos, reduzindo seu consumo e compensando impactos à saúde pública e ao meio ambiente.

Por esse motivo, o imposto ficou popularmente conhecido como “imposto do pecado”. A proposta segue modelo adotado em diversos países para desestimular o consumo de itens como cigarros, bebidas alcoólicas e produtos com alto teor de açúcar.

O que pode ficar mais caro?

A legislação já definiu quais setores estarão sujeitos à cobrança, mas ainda falta determinar quanto cada um pagará.

O que pode ficar mais caro?

A legislação já definiu quais setores estarão sujeitos à cobrança, mas ainda falta determinar quanto cada um pagará.

Entre os produtos e atividades que poderão sofrer aumento de preços estão:

  • Cigarros e demais produtos fumígenos;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Refrigerantes e bebidas açucaradas;
  • Veículos;
  • Embarcações;
  • Aeronaves;
  • Carvão mineral;
  • Extração de bens minerais;
  • Apostas e concursos de prognósticos.

A intensidade do impacto dependerá das alíquotas que ainda serão propostas pelo governo e analisadas pelo Congresso Nacional.

Governo confirma imposto do pecado, mas sem definir as alíquotas

A discussão agora gira em torno do tamanho da cobrança para cada segmento. Enquanto o governo defende o caráter regulatório do tributo, setores econômicos pressionam por alíquotas menores para reduzir os impactos sobre empresas e consumidores.

As alíquotas do imposto do pecado ainda não foram definidasFoto: João Geraldo Borges Júnior/ixabay

         As alíquotas do imposto do pecado ainda não foram definidas

A expectativa do Ministério da Fazenda é que o Imposto Seletivo também ajude a compensar a redução gradual do Imposto sobre IPI (Produtos Industrializados), contribuindo para a neutralidade fiscal prevista na reforma tributária.

Palavras-chave
fiscal prevista na reforma tributária



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