O presidente Lula (PT) chamou o senador Flávio Bolsonaro (PL) de “malandro carioca” durante o debate presidencial da Band, realizado neste domingo (18). Após a declaração, apoiadores do senador iniciaram nas redes sociais a campanha “carioca não é malandro”, em reação à fala. Flávio afirmou que se solidarizava com os moradores do Rio de Janeiro e acusou o adversário de ofender os cariocas. O senador nasceu no estado, onde construiu sua carreira política ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Discussão começou durante confronto
A declaração ocorreu no primeiro confronto direto entre Lula e Flávio nesta eleição. Durante o primeiro bloco, marcado por trocas de acusações no momento de confronto livre, o presidente respondeu a uma fala do senador sobre gastos do governo com a primeira-dama, Rosângela da Silva, conhecida como Janja.

Você vê que essa carinha boa dele é a carinha do malandro carioca, que finge e mente descaradamente”, disse Lula ao rebater a acusação de que o governo havia gastado R$ 7 bilhões com Janja. Veja abaixo o momento: Flávio respondeu no início do segundo bloco. Ao afirmar que se solidarizava com os cariocas, o senador levou a discussão para além do embate pessoal, e aliados passaram a contestar a expressão usada pelo presidente nas redes sociais.

Como funcionou o debate
O encontro ocorreu em São Paulo, teve previsão de duração de duas horas. O formato prevê três blocos.
No primeiro, os candidatos respondem aos mediadores e participam de um confronto direto de 30 minutos, com 15 minutos para cada um administrar livremente o tempo de fala.

No segundo e no terceiro blocos, há perguntas dos jornalistas e rodadas de questionamentos entre os candidatos, com direito a resposta, réplica e tréplica. O último bloco termina com as considerações finais.
Palavras-chavecom as considerações finais





