Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram neste domingo (20), no Eixão Sul, em Brasília, em mais uma manifestação convocada em reação às ações da Polícia Federal contra político.O ato aconteceu dois dias após uma nova operação autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, que impôs restrições a Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
Ato pró-Bolsonaro reúne cerca de 400 pessoas
O ato pró-Bolsonaro contou com cerca de 400 pessoas, segundo estimativa do jornal Poder360. Durante a manifestação, os participantes pediram o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e defenderam anistia para os presos pelos atos de 8 de janeiro.
Entre os nomes que marcaram presença no ato estavam a senadora Damares Alves (PL-DF) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), ambas defensoras do ex-presidente.
Nos discursos, parlamentares reforçaram críticas ao Judiciário e afirmaram que a militância bolsonarista precisa “voltar às ruas com força”.
Gás de pimenta e tensão marcam manifestação na Avenida Paulista
Enquanto Brasília recebia um ato pacífico, a Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de uma confusão entre grupos com posicionamentos políticos opostos.
A intervenção da GCM (Guarda Civil Metropolitana) foi necessária após um princípio de confronto. Os agentes usaram gás de pimenta para conter a briga e dispersar os manifestantes.
O protesto na capital paulista também foi motivado pela operação da PF que atingiu Bolsonaro na sexta-feira (18). Ao longo da tarde, apoiadores e críticos do ex-presidente ocuparam trechos da avenida, o que elevou a tensão entre os grupos e provocou a intervenção da GCM.
PL articula calendário de mobilizações
Com o avanço das investigações e o aumento da pressão sobre Bolsonaro, o PL articula novos atos de apoio ao ex-presidente. A direção nacional da legenda deve se reunir nesta segunda-feira (21) para definir a data e o formato de uma nova manifestação nacional.

PL articula calendário de mobilizações





