Florianópolis voltou a figurar entre as capitais com os maiores índices de inflação do país. Dados do ICV (Índice de Custo de Vida) apontam que a capital catarinense teve o segundo maior acumulado em 12 meses entre as 17 cidades analisadas, com alta de 5,28%, acima da média nacional, que ficou em 4,46%. No acumulado de 2025, Florianópolis também ocupa a segunda posição, com inflação de 4,72%, ficando atrás apenas da Grande Vitória, no Espírito Santo (4,75%).Em novembro, a variação mensal foi de 0,22%, índice próximo ao registrado no Brasil no mesmo período (0,18%) e considerado intermediário em comparação às demais capitais pesquisadas.
segundo o coordenador do ICV, Hercílio Fernandes Neto, apesar de sinais de desaceleração no fim do ano, o custo de vida na capital segue elevado. “A curva de variação indica uma perda de força nos últimos meses, mas o acumulado ainda mantém Florianópolis entre as cidades mais inflacionadas do país”, avalia.
A inflação local é medida pelo ICV, calculado mensalmente pela Udesc Esag. Nas demais capitais, os preços são acompanhados pelo IPCA, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Apesar de índices distintos, as metodologias são semelhantes, o que permite a comparação dos resultados.
Em novembro, a variação mensal foi de 0,22%, índice próximo ao registrado no Brasil no mesmo período (0,18%) e considerado intermediário em comparação às demais capitais pesquisadas.
Segundo o coordenador do ICV, Hercílio Fernandes Neto, apesar de sinais de desaceleração no fim do ano, o custo de vida na capital segue elevado. “A curva de variação indica uma perda de força nos últimos meses, mas o acumulado ainda mantém Florianópolis entre as cidades mais inflacionadas do país”, avalia.
A inflação local é medida pelo ICV, calculado mensalmente pela Udesc Esag. Nas demais capitais, os preços são acompanhados pelo IPCA, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Apesar de índices distintos, as metodologias são semelhantes, o que permite a comparação dos resultados.
Inflação nos últimos meses
- Grande Vitória (ES): 5,30>#/li###
- Florianópolis(SC): 5,28>#/li###
- São Paulo (SP): 5,05>#/li###
- Aracaju (SE): 4,80>#/li###
- Belém (PA): 4,78>#/li###
- Goiânia (GO): 4,73>#/li###
- Porto Alegre (RS): 4,65>#/li###
- Fortaleza (CE): 4,56>#/li###
- Brasil: 4,46>#/li###
- Brasília (DF): 4,40>#/li###
- Curitiba (PR): 4,33>#/li###
- São Luís (MA): 4,18>#/li###
- Recife (PE): 4,13>#/li###
- Salvador (BA): 4,11>#/li###
- Belo Horizonte (MG): 3,81>#/li###
- Rio de Janeiro (RJ): 3,50>#/li###
- Campo Grande (MS): 3,43>#/li###
- Rio Branco (AC): 3,23>#/li###
Alimentação lidera altas na inflação
O aumento dos preços em Florianópolis continua fortemente concentrado na alimentação. Entre os dez produtos que mais encareceram nos últimos 12 meses, seis são alimentos consumidos diariamente pelas famílias. O café em pó lidera a lista, com alta de 82,46%, seguido pelo café solúvel (66,83%). Outros itens com aumentos expressivos incluem tomate (38,60%), costela bovina (31,39%), filé mignon (30,99%) e chocolate em barra e bombom (28,68%).
No recorte por grupos, alimentação e bebidas acumulou a maior variação em 12 meses, com 9,65%. Na sequência aparecem despesas pessoais (8,67%), transportes (7,93%), habitação (7,69%), educação (6,90%) e saúde e cuidados pessoais (5,29%).
Em novembro, o grupo alimentação e bebidas voltou a pressionar a inflação, com alta de 0,74%, impulsionada principalmente pelos preços da alimentação no domicílio. Tubérculos, massas, hortaliças e produtos derivados do açúcar tiveram os maiores impactos no mês.
Por outro lado, a queda nos preços de transportes (-0,55%) e despesas pessoais (-0,52%) ajudou a conter uma inflação ainda maior no período.
O ICV acompanha mensalmente os preços de 297 produtos e serviços consumidos por famílias de Florianópolis com renda entre 1 e 40 salários mínimos. O índice é calculado de forma contínua desde 1968.
Palavras-chaveO índice é calculado de forma contínua desde 1968.





