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Membros do PCC responsáveis por tortura e roubos em Florianópolis são presos Polícia

Membros do PCC responsáveis por tortura e roubos em Florianópolis são presos

19-02-2026 há 5 mêses

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Uma operação integrada da Polícia Civil e Polícia Militar prendeu dois membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) que atuavam na comunidade do Papaquara, em Florianópolis. A ação ocorreu na manhã desta quinta-feira (19). A investigação identificou quatro integrantes da facção responsáveis pelo tráfico de drogas na comunidade do Norte da Ilha e pela prática de crimes violentos, como tortura e roubos. No último fim de semana, o grupo efetuou disparos na comunidade, ferindo um homem com dois tiros.

Operação prende membros do PCC que atuavam em Florianópolis

Nesta quinta-feira, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão, em Florianópolis e Palhoça. Foram apreendidos dispositivos eletrônicos, que serão periciados pela Polícia Científica para dar continuidade às investigações.

Além das prisões, cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridosFoto: Divulgação/PCSC/ND Mais

Além das prisões, cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos

Comunidade é alvo de disputa entre facções

Um conflito entre facções na comunidade do Papaquara, no Norte da Ilha, desencadeou os atentados de 19 de outubro de 2024 na Grande Florianópolis. A região é a única dominada pelo PCC no Norte da Ilha e foi alvo de uma invasão frustrada do PGC (Primeiro Grupo Catarinense).

Comunidade do Papaquara é alvo de disputa entre facçõesFoto: Joyce Reinert/NDComunidade do Papaquara é alvo de disputa entre facções

A investigação revelou que os atentados na Grande Florianópolis foram orquestrados pelo PGC para distrair e dividir as forças policiais que cercavam o grupo que tentava invadir a comunidade e, assim, viabilizar a fuga dos integrantes da facção. Durante o cerco, uma pessoa morreu e outras cinco foram presas.

“A facção que domina o Papaquara realmente já está há anos ali, controlando o tráfico de drogas. É uma coisa às vezes até mais velada, mas da mesma forma que investiga a facção catarinense, investigamos o grupo paulista. São inúmeras operações policiais que a gente realiza naquela comunidade”, destaca o delegado Antônio Seixas Joca, da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas).

Palavras-chave
Ações Criminosas Organizadas



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